segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A um grande amigo

Por detrás das montanhas
Vi o sol nascer devagar
Espreguiçava-se na brisa
Era tanta a sua preguiça
Eu o via raiar.

Era um raiar doce
Doce raiar de amigo
Um amigo em mim nascia
Você em mim, o meu brilho
Eu o via chegar.

Já alto brilho luzia
E tudo se alumiava
Seu brilho marcou meu dia
Minha vida nova ficava
Eu o via encantada.

Amigo já me marcava
Abrigo que me acolhia
Sua luz em mim cintilava
Sem você eu nunca estaria
Eu o via marcada.

Além mais brilhou sua luz
Em mim, ardente chegava
Ardia, luz refulgente
Mais que amigo se tornava
Eu o via abraçada.

Um dia, a luz que luzia
E até já me tatuara
Do outro lado se encondia
Foi a noite que chegara
Eu o via calada.

O sol na noite se escondia
E eu, prateada ficava
A luz refulgente eu não via
Sozinha eu me consolava
Eu o via recostada.

O brilho da alegre luz
à memória ainda luzia
Ao amigo, então, me conduz
A esperança de um novo dia
Eu o vejo em minha morada.

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