quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Sonho-escravo

Que a poesia que eu respiro seja capaz de pintar
As cores dos ventos que guiam meu tempo
Que as marcas do amor que te tenho te tatuem
E as marcas que em te ficarem me relembrem

Que em ti parte de mim esteja sempre acesa
Em mim o mar de teus olhos me inundarão
Que a poesia de tijolos e areia te fortaleça
E os sonhos que construímos não morrerão

E a força do tempo e do espaço
Ainda que gigantescas
Com o vento, verei se esvairem

Não me arranquem os sonhos
Os doces, a mão na minha
Nem daquele mar me privem.

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