terça-feira, 17 de novembro de 2009

Desconhecidos meninos sós

Desce em seco minha poesia
O verso sofrido que o contempla
Aponta para casa teu barco, menina
Garoto sujo da esquina
Penso na tua rotina, tua comida e me calo
Desce em seco a lágrima vertida
Tua história e a minha
Como família
Doce menina faminta.
E um só somos nós...
E se é mesmo isso verdade
Por que o silêncio prende a voz?
Nossa voz, nossos nós
Disfarçados entre nós
Fingimo-nos desconhecidos
Quando estamos a sós
O grito no silêncio se lança atroz
E lembra quem somos nós
Uma família faminta de amor
De toques, e da verdade dos fatos que fingimos
Desconhecidos

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