quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Coração de carne

Guarda-te, e guardarás a mim.
Não diga mais nada. Basta.
Estou quase ao fim.
Faça o que quiser. Longe de mim.
Guarda-te, fuja de mim.
Procure, pelos campos, flores de outros jardins.
Deixe-me sarar minhas dores.
Retormar minhas cores.
Viver sem você, enfim.
Basta de tantas voltas.
Espirais contínuos. Vão sempre existir?
Deixe-me sem você.
Respirar, andar por aí.
Não se fazem bombas, Nem lâminas, Nem canhões...
Com restos de corações.

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